Encontro de Lula com Trab. Domésticos

Neste domingo (4), o candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) juntamente com Fernando Haddad (PT), candidato ao governo do Estado de SP participaram de encontro com trabalhadoras domésticas realizado na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. O evento contou com a presença de Geraldo Alckmin e do candidato ao Senado por SP, Márcio França (PSB)

Clarenir Silveira da Cruz, trabalhadora doméstica filiada ao sindicato representou as Trabalhadoras Domésticas de Campinas e Região . Juntos outros representantes de sindicatos de trab. domésticos e FENATRAD foi entregue a carta- compromisso com as pautas de luta da categoria. Na Carta, a FENATRAD expõe a realidade atual das trabalhadoras domésticas pós-pandemia, com perdas de direitos, desemprego, empobrecimento e fome, adoecimento físico e mental. E também cita a “ausência absoluta de políticas públicas específicas para as trabalhadoras domésticas no Governo Bolsonaro” e expõe desafios da categoria.

A Carta-Compromisso prevê também propostas como a defesa e ampliação dos direitos trabalhistas, previdenciários e sindicais; políticas públicas promotoras de justiça social e igualdade; combate ao trabalho doméstico análogo ao escravo; promoção da saúde e do bem-estar das trabalhadoras domésticas e o enfrentamento à violência, ao assédio e ao racismo.

O candidato Lula se comprometeu a dialogar com a sociedade civil para tornar efetivas as propostas apresentadas no documento. “Me comprometo a ler o documento que recebi hoje e vamos juntos melhorar a vida das trabalhadoras domésticas no país”, garantiu.

“Eu quero é que o filho da trabalhadora doméstica tenha a mesma oportunidade de disputar uma vaga com qualquer pessoa E para que a pessoa tenha a chance de disputar, a primeira coisa que a gente tem que ter é comida. A gente tem que comer bem. Nós queremos criar as condições para que todos tenham oportunidades”, disse o ex-presidente Lula.


HOMLOGAÇÃO

DOCUMENTOS PARA FAZER HOMOLOGAÇAO;

DEMISSÃO SEM JUSTA CAUSA

  1. Rescisão 5 vias;
  2. Carta de preposição caso não seja o próprio empregador;
  3. Aviso prévio 2 vias:
  4. Carteira de Trabalho atualizada, com o eSocial;
  5. Extrato do FGTS;
  6. GRRF – quitada;
  7. Comprovante do Bem+Social CCT 2 vias;
    8 .Comprovante de depósito da rescisão;
  8. Atestado médico demissional;
  9. PPP – Perfil Profissiográfico Previdênciario INSS;
  10. Comprovante de Recolhimento da Contribuição Sindical do Empregado, Uma Cópia Para o Sindicato;

NOTA REPÚDIO

O SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMESTICOS DE CAMPINAS E REGIÃO , repudia a agressão do patrão contra Patrícia Peixoto e exigir justiça a mais um caso de violência contra trabalhadoras domésticas, esperamos que não torne no esquecimento como é os casos anteriores.
No último dia 18 de julho, câmeras do elevador de um prédio no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, flagraram o momento em que o major da Polícia Militar, Bruno Chagas, agride a trabalhadora doméstica Patrícia Peixoto.
Em desabafo durante entrevista à TV Globo, a trabalhadora relatou que deixou a filha de um ano, com pneumonia, em casa. “Tinha sido uma noite horrível e deixei ela em casa pra ir trabalhar e levar um tapa no rosto de uma pessoa”, lamentou.
Na atual conjuntura, não tem sido incomum a divulgação de casos de violência e maus-tratos a trabalhadoras domésticas. No caso mais recente, auditores-fiscais resgataram doméstica de 63 anos em condições análogas à escravidão. Ela trabalhava há 32 anos sem salário, para uma família, como doméstica e cuidadora de dois idosos, na cidade de Nova Era, que fica a 140 km de Belo Horizonte (MG).
Pela legislação brasileira, o empregador é obrigado a registrar os trabalhadores domésticos e respeitar a carga horária de oito horas diárias. Horas extras e trabalho noturno devem ser remunerados, assim como deve ser respeitado um dia de descanso por semana. E o funcionário não pode ser impedido de deixar o local de trabalho.
Mas, infelizmente, alta informalidade e a falta de acesso aos direitos trabalhistas, bem como a instauração de governos neoliberais que vão na contra mão do desenvolvimento humano e da manutenção dos direitos para a classe trabalhadora brasileira, contribuem ainda mais para intensificar a vulnerabilidade dessas trabalhadoras.
O estudo Vulnerabilidades das Trabalhadoras Domésticas no Contexto da Pandemia de Covid-19 no Brasil, realizado pela ONU Mulheres e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mostrou que as profissionais domésticas representavam, no período pré-pandemia, no início de 2020, cerca de 6 milhões de mulheres em todo o país. Este número corresponde a quase 15% das trabalhadoras ocupadas, sendo que 10% são brancas e 18,6% negras.

Campinas 28/07/22
A Coordenação do sindicato

Queremos direitos respeitado

1° de Maio –  Sua origem está na luta da classe operária pela redução da jornada de trabalho. No século XIX, início do século XX, era de 16, 14, 12 horas de trabalho diárias. Sem direito a descanso remunerado, sem direito a férias, aposentadoria, seguro acidente etc.  A Associação Internacional dos Trabalhadores luta pela redução da jornada de trabalho para oito horas diárias se tornou a principal bandeira da classe operária mundial.  Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores. Em 1891, a II Internacional Socialista, aprovou no Congresso de Bruxelas que no dia 1° de Maio haveria demonstração única para todos os trabalhadores, de todos os países, com caráter de afirmação de luta de classes e reivindicação de oito horas de trabalho. Em os primeiros de maio que se seguiram as greves, manifestações, choques com a polícia, e não era feriado. A luta por Solidariedade, saúde, emprego, renda e democracia são as principais bandeiras definidas pelas centrais em âmbito estadual e nacional. janelas e nas calçadas pelo nossos direitos